sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Especial: As categorias do Oscar - Parte 2 (Figurino, Maquiagem e Cabelo, Design de Produção e Som)



Já pensou quantas você deve ter olhado pra lista das categorias do Oscar e pensado que algumas delas são mais um prêmio de decoração do que um de “verdade” mesmo? Para alguém que está acostumado com o cinema, esse certamente é um pensamento um pouco ofensivo, mas, por incrível que pareça, o público geral inconscientemente subestima categorias como Figurino ou Maquiagem e Cabelo. Essas, dentre outras, apesar de ficarem por último em meio à empolgação de falar dos atores e dos filmes, são igualmente importantes numa obra cinematográfica. Elas fazem parte de um contexto maior que está diretamente ligado à concepção artística de um filme e envolvem um trabalho cuidadoso e, mais importante, formam elementos que influenciam o tempo todo no contar da história. Mesmo que você não pense nelas ativamente o tempo todo, elas estão ali sempre contribuindo para a narrativa.

Crítica: A Grande Muralha (2016, de Zhang Yimou)



Chegou ontem aos cinemas a nova obra do diretor Zhang Yimou (O Clã das Adagas Voadoras). Estrelado por Matt Damon, Pedro Pascal e Willem Dafoe, A Grande Muralha é uma aventura épica com toques de comédia, cujo enredo abordado é deveras chamativo. Além de um visual que usa e abusa de cores vivas, o filme é sem dúvidas uma boa pedida para o seu fim de semana/feriado que está por vir, pois acaba sendo um filme pipoca que se diferencia dos outros e tem lá o seu mérito.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Especial: As categorias do Oscar - Parte 1 (Os roteiros)


Mais uma edição da premiação mais badalada do mundo cinematográfico está chegando e com ela vem aquela vontade dos cinéfilos em acompanhar tudo, dar seus palpites e destrinchar o filme a partir das categorias principais e técnicas do Oscar. É um exercício desafiador, mas também prazeroso porque permite que possamos entender como as peças em uma obra cinematográfica se juntam para nos entregar aquela experiência de breves 2 horas.


Até o dia da cerimônia, que ocorrerá no próximo dia 26, o Minha Visão do Cinema trará três matérias acerca de algumas categorias que despertam a curiosidade do público geral pelo fato de não ser muito claro o que significam. Quem gosta de filmes geralmente palpita com entusiasmo sobre as categorias de atuação, Melhor Filme e até Diretor, mas aquelas que tratam de Fotografia, Montagem, Figurino, Edição e Mixagem de Som, entre outras, costumam passar em branco ou ficam naquela de “eu palpito, mas não tenho certeza do que é”. Não é necessário ser um especialista em cinema para entender os princípios básicos a que se referem essas categorias e isto é ótimo para o leitor, que terá uma visão um pouquinho maior sobre as partes que compõe seu filme favorito.

Cinema: Agenda de Estreias da Semana!



Chegou a hora de conferir a agenda de estreias da semana. Sabe quais filmes chegam as telonas? Temos a estreia de um dos favoritos ao Oscar: Moonlight. Mas também temos a estreia da superprodução A Grande Muralha, a aventura Monster Trucks e muito mais. Confira!


A Grande Muralha



Esta superprodução épica chinesa tem Matt Damon e Pedro Pascal (da série Narcos) em uma batalha contra "estranhas criaturas", ocorrida na grande muralha da China. O trailer traz ótimos momentos e esta poderá ser uma grande surpresa em 2017.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Crítica: Violência Gratuita (2007, de Michael Haneke)

Uma das coisas que eu mais gosto no Cinema são os mais variados tipos de histórias e situações que são possibilitadas, desde entretenimento do mais puro e simples aos enredos mais complexos que estimulam diversas sensações no espectador, confrontando a sua posição confortável enquanto tal. Nesse ínterim, devo confessar, prefiro os filmes que se encaixam na segunda descrição. Eles sugerem que não há limites para o que se pode fazer no Cinema, que sempre há possibilidade de reinvenção.


Crítica: Horizonte Profundo - Desastre no Golfo (2016, de Peter Berg)


Horizonte Profundo conta a história do desastre de Deepwater Horizon, o maior desastre em usinas petrolíferas da história dos Estados Unidos e tenta humanizar os personagens que vivenciaram aquela tragédia - pelo menos alguns deles.




A direção do filme é de Peter Berg e ele parece não visar nada além de fazer um bom filme desastre, atingindo seu objetivo. No começo do filme, o diretor usa de takes que enaltecem a grandeza da plataforma, e isso dá uma sensação enorme de medo no público, talvez por já sabermos que o desastre vai acontecer. Berg faz algo muito interessante, que é usar o que está em segundo plano sempre estar vivo e chamar a atenção por sua escala. A tensão - que é muito bem construída, aliás - aumenta quando vemos uma quantidade impressionante de fogo e o diretor foi muito meticuloso ao cuidar dessa questão no filme.

Crítica: Sete Minutos Depois da Meia-Noite (2016, de J. A. Bayona)



O cineasta espanhol J.A. Bayona tem apresentado uma carreira muito interessante, um pouco similar a do mexicano Guillermo del Toro. Ambos tem um estilo de narrativa peculiar: suas obras abordam fantasia com elementos góticos, drama melancólico, uso de bons efeitos especiais (porém utilizados de maneira controlada), personagens infantis cativantes e críticas sociais históricas ou íntimas. Se del Toro impressionou com um drama fantasmagórico destruidor (A Espinha do Diabo), Bayona fez o mesmo com O Orfanato: ambos sendo emocionantes e assustadores na mesma medida. Se del Toro fez algo a mais em superproduções, nos inventivos filmes do Hellboy e Círculo de Fogo, Bayona também conseguiu isso com doses de emoção em O Impossível. Se del Toro utilizou a inocência de uma criança e metáforas para chocar e encantar com o arrebatador O Labirinto do Fauno, Bayona consegue chegar perto aqui neste filme que falaremos agora. Sete Minutos Depois da Meia-Noite é baseado em um livro de mesmo nome e traz uma emocionante trama.

Sônia Braga irá atuar em série da ABC


A brasileira três vezes indicada ao Globo de Ouro está prestes a atuar em uma série americana. A atriz foi chamada para o piloto de Las Reinas, um drama de detetive para a rede ABC.

A trama conta a história da família, aos olhos da detetive Sonya De La Reina, até que a investigação a obriga a ir de confronto com a sua família de criminosos.

Sônia Braga irá interpretar Gabriella De La Reina, a chefe do sindicato que assume o posto após o falecimento do marido e faz crescer os negócios criminosos da família.

Las Reinas terá o produtor Chris Brancato (Narcos) e se der certo, será lançado no inicio de 2018.





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Crítica: Dexter (James Manos, 2006)

Crítica: Aliados (2017, de Robert Zemeckis)



Aliados é um filme que não tem gênero definido, ele flerta o tempo todo com o romance e o suspense, ambos mal construídos e tenta se vender como um suspense de ação, mas na verdade, acaba que não conseguindo um bom resultado em nenhum desses aspectos.

Robert Zemeckis (Forrest Gump: O Contador de Histórias, O Voo) é um bom diretor e consegue dar sua cara para o filme, ele faz uma boa sequência de ação, bem filmada e com planos ótimos, mas não consegue, nem de longe, salvar a catástrofe que o filme é.



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